4 sinais para identificar se as finanças vão mal

Compartilhe:
Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn

A maioria dos gestores acredita que as finanças das empresas são a área que merece mais atenção no processo de organizar e gerenciar um negócio. Mas ao mesmo tempo que o controle financeiro é tão valorizado, poucas pessoas realmente entendem como ele funciona. Boa parte dos gestores só percebe que tem algo errado quando o problema já está grande e mais difícil de resolver.

E se um negócio existe, dentro outro motivos, para gerar lucro, como evitar correr este tipo de risco? Separamos quatro sinais que ajudam a identificar se as finanças de sua empresa vão mal. Leia e prepare-se!

1. Rentabilidade abaixo do setor

É importante que os empresários e gestores estejam sempre atentos aos indicadores econômicos do país. Se você notar que a rentabilidade da sua empresa está abaixo da média do setor e, principalmente, que esta realidade vem se repetindo durante alguns meses, fique de olho: com certeza algum problema existe!

Fazer este comparativo te ajuda a perceber se existe potencial para uma maior rentabilidade e se a empresa está falhando no momento de explorar este potencial. A causa pode ser tanto comercial quanto financeira. Para adotar a medida correta, será preciso avaliar o que está segurando a rentabilidade de sua empresa.

2. Bons resultados em vendas, mas baixo faturamento líquido

Neste caso, você já tem um cenário mais claro: sabemos que o problema não são as vendas. Quando o faturamento líquido está baixo, é hora de avaliar os custos da sua empresa. Já se, por acaso, todo o seu lucro com as vendas está sendo perdido com custos altos, é sinal de sua empresa sofre com a má organização financeira.

Administre sua empresa da melhor forma! Teste grátis nossas soluções.

Entenda que “má organização financeira” não significa necessariamente que o departamento financeiro está trabalhando mal. A verdadeira razão pode ser uma dificuldade dos outros departamentos em controlar seu orçamento individual.  Além disto, o modelo de negócios em si também pode estar baseado em uma proposta de alto custo. Procure entender a situação para resolvê-la mais rapidamente.

3. Aumento repentino do endividamento

A maioria das empresas enfrenta endividamento e nem sempre isto é uma coisa ruim. Algumas vezes, o endividamento surge devido a novos investimentos ou uma expansão dos negócios – de forma planejada. Porém, se esse não é o caso, é preciso ficar atento às causas que elevaram as dívidas da empresa em um curto prazo.

Fique atento especialmente se esse endividamento está começando a ultrapassar a capacidade de lucratividade da empresa. Isto é um sinal claro de que em longo prazo vocês irão enfrentar problemas para cumprir com seus compromissos financeiros.

4. Problemas com o capital de giro

O que chamamos de capital de giro é basicamente a sincronização entre o tempo necessário para receber pelas vendas e o tempo disponível para pagar pelos custos. Se essa sincronização se perder, sua empresa terá que pagar contas antes de ter recebido dos clientes. O resultado é um endividamento crescente.

Para resolver esse problema, a melhor maneira é ter uma política consistente de prazos de pagamento para seus clientes. Além disto, também é preciso ficar de olho nas taxas de inadimplência.

 

Para conseguir manter um controle sobre estes quatro sinais, é preciso fazer um trabalho constante de análise financeira. É por este motivo que as maiores empresas produzem relatórios financeiros diariamente, pois os gestores estão atentos aos sinais de problema, que surgem em questão de horas, e os abordam de maneira imediata. Fique atento e não deixe de implementar este procedimento na sua empresa para evitar dores de cabeça em longo prazo. Confira também no nosso blog o artigo “Como se mede o valor de uma empresa” para ter vantagem frente à competitividade do mercado!

 

Gostou do conteúdo? Quer compartilhar a sua experiência conosco? Entre em contato ou deixe seu comentário aqui!

Compartilhe:
Share on FacebookShare on Google+Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn

Deixe uma resposta