Como fazer controle de contas

Gestão empresarial para lojistas: os dois lados do balcão

Se há uma regra que todo lojista precisa ter em mente é que para obter sucesso é preciso fidelizar o cliente. Outra regra que muitos lojistas se acabam se esquecendo de que é fundamental exercer seu papel de cliente perante aos fornecedores de maneira leal. Ambas as posturas fazem a diferença de um comércio de sucesso e um de fracasso, especialmente na parte relacionada ao controle de contas e de estoque que envolvem o relacionamento de vendedores com fornecedores. Confira!

Controle de contas e relacionamento em lojas

O lado de lá do balcão

Primeiramente o que exatamente isso significa? O que é um cliente fiel? Há clientes fieis? Bem, para se conseguir essas respostas é preciso ter em mente que todo mundo, inclusive nós, procuramos lojas e prestadores de serviços que já tenham correspondido as nossas expectativas. Sempre vamos atrás de nossa zona de conforto. Nunca queremos a polêmica, o confronto e a crise. Seus consumidores são exatamente assim também.

Então, sim, clientes podem ser fiéis, mas você pode ajudá-los. Essa fidelidade, é claro, vai depender de vários pormenores. A urgência e a situação em que ele precisa de um serviço ou de um produto, por exemplo. Mas se acrescentarmos as circunstâncias que um comerciante não tem controle, o resto mais tem tudo a ver com sua capacidade de se apresentar ao cliente da maneira correta.

Uma das falhas mais grave que uma loja pode ter com seu consumidor é não possuir – mesmo que por um período curto – um produto o qual ele precisa. E, nesse caso, a coisa pode ficar pior se o produto é básico de qualquer comércio do setor. Então, uma loja de materiais para carro que não tem, por exemplo, uma correia dentada para um modelo popular fica desacreditada.

Não ter um produto básico ou deixar que ele chegue ao fim, tem uma causa: falta de controle de estoque. Qualquer comércio deve saber qual produto tem maior demanda e ter a competência de nunca deixar que ele falte no estoque. Da mesma maneira ele pode ter uma atenção com produtos de média procura e tê-los estocados também. Consumidores voltam quando sabem que aquela loja tem esse diferencial. Isso, aliás, deixa a marca bem classificada na lembrança do cliente.

O lado de cá do balcão

Toda loja em algumas circunstâncias é também um cliente. Ela possui fornecedores, prestadores de serviços, enfim, contatos e relacionamentos que trabalham para que o negócio dela esteja pronto para atender os clientes. Infelizmente nem todo lojista consegue ver essa relação na dimensão que ela é.

Se na relação com o cliente é possível aumentar os ganhos, na relação com fornecedores é possível reduzir as perdas. Negociar serviços e contratos usando o tempo de relação e a credibilidade como moeda de troca. Assim, uma compra pode ser paga em algumas parcelas se o fornecedor tem certeza de que a loja é boa pagadora.

A relação é mais simples do que se pensa. Assim como a loja precisa que o cliente seja fiel ao pagar suas contas, ela também precisa ser leal na relação com seus prestadores de serviços. Quando um comércio deixa de pagar, por falta de organização administrativa, isso tem um nome: falta de controle de contas a pagar. Esse é um tumor sério que precisa ser removido.

Os gestores precisam ter um profundo controle da empresa e isso pode ser obtido através de soluções para controle financeiro que estão disponíveis no mercado.

Assim, quando um produto é vendido lá no balcão essa informação alimenta o fluxo de caixa e o controle de estoque. O gerente passa, a saber, que um determinado valor vai entrar e que um produto acaba de sair. Não tem como se perder. Em determinado momento os responsáveis serão informados que é preciso contatar o fornecedor para que ele abasteça o estoque.

Resumindo, num único sistema, o controle da empresa toda.

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