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Descobertas sobre o novo comportamento do consumidor

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Você pode ser um empreendedor, um funcionário com um cargo de importância em um grande corporação, um profissional autônomo, um freelancer ou até mesmo estar iniciando sua carreira em seu primeiro emprego. Independente de qual seja a posição no mercado de trabalho e a sua situação financeira, há um fato inegável: você é um consumidor. Seja qual for a sua preferência cultural, os seus gostos pela moda ou qualquer que sejam os seus hobbys, certamente existe algum mercado que lhe atrai. Confira, neste artigo, quais são as descobertas sobre o novo comportamento do consumidor!

A ciência do novo comportamento do consumidor

Todos nós temos essa característica em comum: somos consumidores em potencial e como consumidores possuímos traços de comportamento semelhantes. Tanto que existe uma vertente da psicologia que estuda o comportamento do consumidor, o neuromarketing.

Afinal, o que é um consumidor? É todo e qualquer indivíduo economicamente ativo. Porém, conseguir a sua atenção é o verdadeiro desafio. Empresas do mundo inteiro investem bilhões anualmente em campanhas publicitárias, pesquisa de campo e estudos comportamentais para tentar acompanhar a mentalidade do consumidor contemporâneo.

Diversos fatores externos e internos influenciam diretamente em seu comportamento alterando a sua forma de ver o mundo. Acontecimentos culturais, artísticos, sociais, políticos e econômicos influenciam a forma como as pessoas se vestem, comem, dirigem, compram carros ou casas e consomem produtos em geral. Por isso, tornou-se necessário estudar o comportamento do consumidor de forma mais minuciosa para tentar compreender o que se passa na cabeça daquele indivíduo que pára em frente a vitrine de uma loja de roupas, por exemplo, observa os produtos por 5 minutos e vai embora sem comprar nada. O que se passa na cabeça daquele indivíduo que mal analisa os produtos e sai da loja munido de sacolas e mais sacolas de produtos.

Os estudos sobre o novo comportamento do consumidor definiram o consumo em si em 6 etapas distintas, sendo elas:

1. Mutualidade

Se existe algo que praticamente todas as pessoas têm em comum é a necessidade de retribuir quando algo lhes é dado. Se você recebe um favor gratuito, é comum que você se sinta na obrigação de retribuir esse favor de alguma forma, seja por um sentimento de gratidão ou por obrigação. Além disso, o estudo comprovou que existe uma característica que influencia ainda mais nesse comportamento. Não é somente dar algo à outra pessoa e sim a forma como isso é feito.

Por exemplo, a função de um garçom em um restaurante é servir os clientes atendendo as suas necessidades do momento em que eles entram no estabelecimento até o momento em que eles vão embora. Se ele cumprir com essa tarefa apenas no âmbito do que é esperado, as suas chances de receber gorjetas mais generosas são de apenas 3%. Mas se o garçom atender os mesmos clientes de forma diferenciada, talvez, trazendo algum tipo de cortesia por conta da casa ou algo que seja mais do que o esperado em seu atendimento, as suas chances aumentam para 14%.

2. Ausência

A maioria das pessoas deseja aquilo que não pode ter, por isso é tão comum vermos promoções de produtos com títulos como “Última chance!; Últimas peças em estoque!; Faltam apenas algumas horas!; Edição limitada!”. Trata-se de uma forma de “pressionar” o consumidor o alertando que as suas chances de adquirir aquele produto estão se esgotando ou de fazer com que ele se sinta especial por ter conseguido adquiri-lo.

3. Inspiração

Somos naturalmente mais suscetíveis a acreditar em algo que alguém que damos credibilidade está dizendo. Todos nós temos nossas fontes de inspiração e admiração, por isso é tão comum a mídia usar personalidades, artistas famosos e celebridades para promover produtos e criar tendências.

4. Engajamento

As pessoas tendem a sentir uma obrigação moral em aderir causas positivas ou seguir tendências que as massas estão seguindo. Não é coincidência que em épocas de campanhas, como: a campanha do agasalho ou quando há uma mobilização geral para ajudar alguma minoria específica, o engajamento das pessoas chega a ser 68% mais alto.

5. Afinidade

Quando existe algum fator que causa afinidade entre as pessoas, elas tendem a ser mais receptivas. Um bom atendimento, onde o consumidor não se sente explorado e sim respeitado de forma individual, costuma causar melhores resultados.

6. Harmonia

Um fator comportamental, que a maioria das pessoas tem em comum, é o fato de prezar pela convivência em harmonia. Como forma de nos adequarmos à sociedade e vivermos em harmonia com as outras pessoas, inconscientemente buscamos aceitar “normas” e “regras” de comportamento social. É quase instintivo fazermos o que é considerado certo ou aceitável, porque diariamente desde que nascemos vemos outras pessoas agindo de acordo.

O que achou do conteúdo de hoje? Concorda ou discorda de algo que as pesquisas de neuromarketing afirmam? Deixe o seu comentário!

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