5 passos para se livrar das dívidas e limpar seu nome

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Segundo dados divulgados por algumas das principais agências de crédito do país, os brasileiros estão devendo cada vez mais e, atualmente, cerca de 37% da população adulta está endividada. O aumento do custo de vida, a alta dos juros e a maior taxa de desemprego contribuem para que haja dificuldade em manter as contas em dia. Portanto, se você faz parte das estatísticas ou não quer engrossar estes números, pode estar precisando repensar sua relação com o dinheiro.

Quando as dívidas se tornam um problema?

Ter dívidas parceladas a perder de vista não significa necessariamente estar com as finanças fora do controle. A luz amarela só acende quando as parcelas começam a pesar demais no orçamento, comprometendo o pagamento de outras despesas. E sabe aquela história de jogar tudo no cartão de crédito ou apelar para o cheque especial até cair o próximo salário? No final das contas, é isso que pode bagunçar as suas finanças pessoais!

A vida é cheia de imprevistos e não estamos livres deles, mas quando o fato de as contas não fecharem no final do mês se torna um hábito é preciso ficar alerta. De pouquinho em pouquinho por mês, a dívida total vai aumentando até ficar fora de controle. Aí fica cada vez mais complicado pagar as dívidas em dia e honrar com despesas mínimas de sobrevivência como água, luz, supermercado e aluguel, por exemplo. A consequência disso é a inadimplência e é aí que a luz vermelha acende para valer.

O que fazer quando o gato sobe no telhado

Administrar as próprias finanças não é uma tarefa fácil para ninguém. Até as grandes corporações recorrem a diversas ferramentas de controle financeiro empresarial para conseguir organizar seus gastos e planejar seus investimentos.

O que fazer, então, quando perdemos o controle e nos vemos mergulhados em contas? A grande dica é não se desesperar, mas separamos alguns passos que vão te ajudar a se livrar das dívidas!

1. Assuma para você mesmo que a situação saiu do controle

Muita gente, por medo, demora para admitir que tem algo errado com suas finanças. Esse comportamento só faz a situação piorar. Quanto antes você reconhecer que tem um problema, mais cedo conseguirá pensar em uma solução.

2. Descubra quais são as principais despesas

Faça um levantamento real das suas despesas mensais cotidianas, deixando as parcelas de lado por enquanto. Com isso, será possível analisar o que é supérfluo e criar metas para os gastos variáveis como lazer e compras, por exemplo. Inclua entre as despesas um valor de reserva de, no mínimo, 10% do que você ganha para o caso de emergências.

3. Faça um levantamento real das suas dívidas totais acumuladas

Desta vez, inclua tudo que está atrasado e o pagamentos que ainda estão por vencer. Por exemplo, se você tem um empréstimo de 12 parcelas de R$ 500 reais, contabilize o valor total que você deve – no caso, R$ 6.000. Isso te dará uma visão mais real do endividamento e facilitará na hora de estipular as metas para se livrar das dívidas.

4. Negocie suas dívidas

Com o levantamento de suas dívidas acumuladas em mãos, procure seus credores para uma boa conversa. Pergunte a eles qual seria o valor para quitar sua dívida à vista (você deve ganhar um bom desconto nos juros) e também qual a proposta para renegociação, considerando que você já está inadimplente há alguns meses e precisará de mais algum tempo para colocar as contas em ordem.

5. Estipule metas financeiras e coloque-as em prática

Neste ponto, você já sabe qual a sua real situação financeira, sabe quanto ganha, quanto precisa gastar para viver e quanto precisa para quitar suas dívidas. Chegou a hora de estipular metas financeiras e colocá-las em prática. Será preciso apertar o cinto e economizar o máximo possível. Lembre de não descuidar no controle das suas despesas, por isso um sistema de controle financeiro pode ser de grande ajuda!

 

Seguindo estes passos você tem tudo para se livrar das dívidas. Mas e se mesmo assim você não conseguir limpar seu nome? Uma ideia é buscar por uma opção de crédito barata para quitar suas dívidas à vista. O crédito consignado pode ser uma boa opção, pois costuma ter juros mais baixos que os do cartão de crédito e do cheque, por exemplo.

Outra opção é escolher uma dívida por vez. Neste caso, não tenha medo de propor valor das parcelas, taxa de juros ou prazo de pagamento adequados à sua realidade. Se o seu credor não aceitar, tenha paciência! Guarde o dinheiro na poupança como se já estivesse pagando a sua dívida até que tenha um bom valor para dar de “entrada” e facilitar a negociação. Só não vale aceitar um acordo que você não conseguirá honrar novamente!

 

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