Informação: primeiro passo para equilibrar as finanças da empresa

Muitas empresas brasileiras sofrem da síndrome do lençol curto no que diz como conduzem sua gestão financeira. Ou cobrem as pernas e pagam dívidas ou cobrem a cabeça e fazem investimento. No final das contas, alguma coisa vai ficar descoberta e em algum momento essa óbvia fragilidade vai cobrar seu preço.

Esse grupo de empresas se divide entre aquelas que sabem do problema, mas evitam encará-lo; e aquelas que nem mesmo conseguem enxergar a questão. Difícil saber quem está em situação pior. O que se sabe é que o resultado é o mesmo para os dois: contas no vermelho e perigo iminente de portas fechadas em curto e médio prazo.

Já existem pesquisas que mostram que quase 40% do empresariado – especialmente o pequeno e médio – não faz nenhum acompanhamento das finanças. Em outras palavras, esses empresários tratam a vida financeira de seus negócios de maneira semelhante a como levam suas finanças pessoais. Poucos sabem de onde vem e para onde vai o dinheiro que ganham, raros conseguem ter um patrimônio e uma economia e pouquíssimos se prepararam para o momento de crise.

Para quem deseja mudar esse quadro o caminho é pedregoso no início, mas em um prazo curto – de três a seis meses, depende do estado em que a empresa se encontra   – o chão de terra batido, transformo numa estrada de asfalto impecável e sinalização de segurança perfeita.

A chave que abre a porta dessa mudança chama-se: informação. O empresário que detém isso e mais da metade dos problemas estarão resolvidos. Para tanto, o empresário precisa usar a tecnologia para trabalhar para ele. O que não faltam são software no mercado que servem de auxiliares para se manter desde o controle de entrada e saída do estoque até uma eficiente planilha de contas a pagar.

Softwares: qual o melhor?

Um software para ser bom precisa ser eficiente, ou seja, capaz de cobrir todas as demandas da empresa. Se, por exemplo, a empresa na área comercial tem estoques grandes é fundamental ter essa área sob total controle. Não dá para uma empresa parar ou ver seu cliente não atendido porque um produto de alta demanda acabou e não houve reposição. O famoso “tem, mas acabou” é para medíocres. Empresa séria sempre tem.

Uma opção de software completo é o Loje um gerenciador comercial cujas funções estão adequadas para:

Controle Comercial – nesse é possível comparar a evolução das vendas

Controle de Estoque – ao acompanhar os pedidos de compra e venda, o software é capaz de mostrar as maiores demandas alertando quando o estoque pode ser afetado pela falta do produto. Ele ainda faz cotações .

Controle Financeiro – além de expor o fluxo de caixa, ele auxilia gerando boletos de cobrança e acompanha recebidos e despesas.

Vale ressaltar que todas essas – e outras funções – trabalham em conjunto. Ou seja, trocam informações entre si para que o quadro, ao final, seja o mais realista possível.

De três a seis meses um quadro realista vai surgir e com ele em mãos, um empresário precisa decidir o que está faltando para a saúde financeira de seu negócio melhorar. Pode-se perceber, por exemplo, que é necessário cortar custos. Ou notar mais detalhadamente que setor da empresa não está rendendo o que deveria.

Por qual caminho seguir?

Informações externas à empresa se unem às informações internas e auxiliam, com ajuda do Loje, a decidir qual o melhor destino da empresa. Ou seja, num cruzamento de informações o empresário pode notar que precisa de um determinado profissional na sua equipe para atender a uma demanda que gera lucro. Se há dinheiro em caixa ele pode contratar, mas se as reservas não permitem, a empresa pode pagar um curso para um funcionário e promove-lo. Enfim, a tomada decisão cabe ao empresário que se munido de informações completas reduz sua chance de erro ao mínimo.

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