Mantenha o controle das finanças pessoal e empresarial longe uma da outra

Todo dono de negócios tem vida pessoal e vida empresarial.  Deixá-las bem separadas costuma ser um dos maiores desafios que um gestor precisa enfrentar. Misturar esses dois setores costuma causar uma grande confusão e desencadear crises nos dois, especialmente, a de ordem financeira.

E não estamos falando em mão de obra. É mais do que normal que membros da família – como pessoas de confiança – assumam certas tarefas para as quais têm competência e representar um suporte a mais para o empresário. Então, esposas podem administrar a loja ou cuidar dos recursos humanos ou do estoque, desde que estejam prontas para isso. Essa mistura é saudável se, dentro do ambiente da empresa, a relação for precisamente profissional.

A grande questão está justamente resguardada no fato de que separar aquilo que pertence à vida familiar e aquilo que faz parte da vida profissional é fundamental para saber onde estão problemas em potencial e correção imediata. E aqui falamos de equívocos simples, diários e que às vezes nem o empresário percebe que estar cometendo.

 

Pingos nos ‘is’

Esse é o tipo de assunto que não dá apenas para teorizar, então vamos apontar os três mais comuns problemas identificados nas empresas.

1) Pró-labore: o pagamento mensal dado ao empresário – seu salário – precisa ser definido no plano de negócios com base nas necessidades familiares do empresário (e sócios) e na função que ocupa. Um sócio que passa o dia todo na empresa, necessariamente tem um ganho maior e o contrário também é uma verdade. Definido isso é preciso se limitar a isso. O empresário precisa entender que o caixa da empresa não é um caixa eletrônico. Vai fazer uma viagem com a família no feriado? Ela precisa estar programa no orçamento da família sem gerar despesas aos negócios.

2) Gastos diários: parece bobagem, mas não é. O caixa do dia é intocável. O valor que ali entra seja por meio de cartão de débito ou mesmo dinheiro vivo deve cobrir despesas do produto ou serviço vendido, além de ter um lucro sobre o mesmo. Se esse valor é desviado para fazer o supermercado da família, o rombo vai aparecer. Um exemplo prático: vamos supor que o negócio seja uma lavanderia. O preço do serviço já calcula os gastos com sabão, água etc. Se o pagamento feito pelo cliente não for usado para cobrir essas despesas, esse valor vai ser coberto quando e onde?

3) Gastos mensais: É inaceitável pagar a conta de luz da casa – ou qualquer outra despesa – em meio às contas da empresa. Não é difícil de imaginar o quanto isso vai afetar o controle financeiro dos negócios. Em bom português: no fim do mês as contas não vão bater para algum dos lados. Por exemplo, celular costuma ser uma despesa alta. É importante ter o pessoal e o da empresa e cada orçamento paga o seu. Não dá pra ter um apenas e usar o dinheiro da família para pagar as contas.

Cada um no seu quadrado

 

Além do celular, carro (e gastos com combustíveis) e tudo mais que é utilizado para manter a empresa e uma casa a vida financeira geral precisa ser separada, obviamente. Contas bancárias, cartões de crédito, cheques, investimentos a empresa tem a sua e o lar tem o seu.

A melhor maneira de garantir essa divisão é tem um programa de controle financeiro separado para cada um.  O JFinanças tem esse perfil. O software da Cenize oferece uma solução de controle financeiro tanto pessoal quanto empresarial. Com eles é possível fazer planejamento de longo prazo, controlar as despesas e organizar os ganhos. São dois softwares distintos o que garante que os valores estejam sempre separados um do outro.

Para quem ainda tem dúvida é possível fazer o download gratuito de uma versão simples do JFinanças pessoal e um download, gratuito por 30 dias, do JFinanças empresarial. É só experimentar e ver a vida e os negócios ficarem mais simples.

 

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