Por que sua pequena empresa precisa de uma visão compartilhada?

Por que sua pequena empresa deveria se importar em desenvolver uma visão compartilhada por meio de uma declaração explícita com seus valores e princípios; visão e metas; missão e propósito? Preciosismo, besteira ou necessidade?

Convenhamos, é um processo desafiador e demorado:

  1. Você deve mediar um diálogo aberto com a sua equipe (de preferência todos os funcionários)
  2. Precisa abordar perguntas difíceis sobre como sua empresa está e como desejaria que ela fosse
  3. E, então, o mais importante de tudo: aplicar a missão visão e valores que foram elaboradas nesse trabalho árduo todos os dias

Ed Kless, diretor sênior da Sage, já ajudou mais de 100 grandes empresas a criar uma visão compartilhada (um sinônimo para missão, visão e valores) e garante categoricamente que o esforço vale a pena. Porém, apenas se a empresa estiver disposta e comprometida a aplicar a sua visão compartilhada às operações diárias e à tomada de decisão estratégica todos os dias.

Parece inviável?

Boas notícias: as pequenas empresas têm uma vantagem distinta em relação aos concorrentes maiores quando o tema é desenvolver a visão compartilhada. Isso porque elas têm menos empregados, o que facilita a criação da base que vai fomentar a cultura. Além disso, as pequenas empresas podem aplicar a visão compartilhada mais eficientemente porque são menos complexas.

E há ainda mais uma benefício para as pequenas empresas: as chances da sua vantagem competitiva se basear em como trabalhar de maneira diferente aos concorrentes deve ser explorada. Podemos chegar a dizer que dificilmente você terá que destruir o status quo que uma empresa de grande porte precisaria fazer. Ademais, mesmo sem uma visão compartilhada, é muito mais fácil reverter o status quo em uma pequena empresa.

Por outro lado, ao invés de aproveitar para fazer coisas de maneira diferente, muitos pequenos negócios geralmente tomam uma medida mais defensiva. “Não estrague tudo” torna-se um mantra não falado, mas poderoso.

Como resultado, perdem a oportunidade de alavancar o seu crescimento, preservando o foco no nível atual de vendas, participação de mercado e renovações — todos objetivos dignos, mas na ausência de uma visão compartilhada acabam sendo inadequados para assegurar a viabilidade e vigor contínuo para a empresa prosperar.

Por que é tão importante fazer isso no início?

Então, como uma pequena empresa faz a criação da sua própria visão compartilhada e como essa visão compartilhada pode surtir um bom efeito? Uma das lições mais importantes que aprendemos foi com o trabalho de Peter Block, que explica que muitas vezes as empresas respondem as seguintes perguntas quando se trata de operação e estratégia:

  • O que você faz e como você faz?
  • Quanto tempo vai demorar?
  • Quanto custa?
  • Como você muda as pessoas e a cultura?
  • Como você metrifica tudo na sua empresa?
  • Como as outras pessoas fizeram o mesmo com sucesso?

O problema com essas perguntas não é que elas estão erradas, mas que muitas vezes elas são realizadas muito cedo no processo de decisão. Existe um julgamento inerente a cada questão que muitas vezes descarta o tipo de tomada decisão criativa e inovadora que pode ajudar as pequenas empresas a otimizar suas vantagens.

Antes de responder a essas perguntas, é preciso responder primeiramente esta: O que nós queremos de fato criar? E criar uma visão compartilhada é crucial para responder a essa pergunta. Ela vai nortear a empresa a responder todas as perguntas acima sem contradizer seus princípios e valores. Afinal, se a sua empresa souber vivê-los, seus empregados com cargos de liderança vão refletir para todos os demais e a sua cultura será mais saudável e preparada para crescer.

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