Vesting: por que você precisa conhecer

Você já ouviu falar em vesting? O nome é em inglês, mas o significado influencia empresas de todo o mundo: quer dizer, de forma sucinta, investir um dinheiro imediatamente para ter um aproveitamento futuro. E o termo está se popularizando por conta do crescente número de startups e da real necessidade desses empreendimentos de contar com ajuda de terceiros para desenvolver seus projetos e tocar o negócio.

Quer descobrir as razões que fazem com que seja imprescindível que você conheça o vesting e por que é ele tão importante? Confira o nosso post de hoje!

O que é vesting?

Quando falamos de startups, temos que falar de vesting. Ele é uma espécie de instrumento contratual que determina que, quando um indivíduo adquire as ações da empresa, essa negociação só será realmente concretizada quando terminar um período pré-acordado entre as partes. É como se fosse uma garantia na participação futura dos negócios.

Entenda melhor

Em empresas iniciantes, como startups, é essencial esse tipo de acordo. Por exemplo, se ela quer investir em um funcionário de talento, pode oferecer uma opção de compra de parte do empreendimento. Mas o que fazer para impedir que ele trabalhe algum tempo ali e depois resolva mudar de emprego? Um vesting. Ele vai garantir ao funcionário, mesmo no caso de a empresa fazer sucesso e disparar em valor, que à medida que ele vá participando do negócio, ele tenha garantido esse percentual.

Ao oferecer essa oportunidade de maneira progressiva, a startup garante que o talento fique aderido ao negócio e também tenha interesse real no desenvolvimento futuro da marca. Um tempo comum do acordo é de 4 anos: se ele faz parte da companhia há seis meses, ele terá direito a uma fração proporcional do acordado no vesting. Se chegar aos 4 anos, ele terá direito a 100%. Uma relação muito mais justa.

Por que o vesting é importante?

Ele é essencial porque protege tanto o profissional quanto a empresa iniciante. Ao garantir uma parcela justa como recompensa, o vesting ao mesmo tempo estimula e agrega segurança na distribuição da participação das ações da startup.

Quanto mais inicial for o empreendimento, mais importante é esse recurso, pois poucas serão as outras opções para atrair e manter tanto funcionários quanto investidores.

É interessante frisar que ele também pode ser usado entre os sócios, de forma a garantir que se um deles desistir da empresa, ou haja uma rescisão não amigável, a startup esteja resguardada. Da mesma maneira que ocorre com um funcionário, se o sócio se desligar precocemente, ele só leva o percentual que lhe couber através do contrato do vesting. O resto dos recursos poderá então ser utilizado para desenvolvimento e atração de novos talentos.

Nos dias de hoje, com a forte concorrência e o constante surgimento de startups, é altamente recomendado fazer uso dos contratos de vesting. Eles dão a todos uma maior certeza de comprometimento com o trabalho e de que, com o tempo, a recompensa justa será oferecida. Isso envolve mais a todos em prol de uma ânsia pelo sucesso, que, mais do que nunca, será de interesse comum.

E você, já conhecia o vesting? Ainda tem alguma dúvida sobre essa ferramenta? Deixe um comentário!

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